Conforme os filhos vão crescendo, pais e mães descobrem aos poucos suas dificuldades e habilidades. Um descobre que não tem paciência para dar banho, outro adora e manda bem na hora da papinha etc. Aqui em casa, constatamos que eu sou o recordista mundial quando se trata de fazer a filhota dormir rápido!
“Quem é mais sentimental que eu?” (uma lição sobre afetividade)
Quem acompanha com mais frequência o blog deve lembrar-se do episódio do motim escolar que minha filhota orquestrou. Se você não sabe do que se trata, pode dar uma olhada no post O primeiro motim a gente nunca esquece. Continuando as peripécias, agora a princesa desencadeou um abraço coletivo!
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“With a little help from my friends”
Nossos amigos são, em inúmeras situações, as melhores referências que precisamos. São eles, por exemplo, que denotam quão certos (ou errados) podemos estar em alguma decisão que tomamos. É através de amigos com os quais convivemos que sabemos certinho quando estamos fazendo as coisas direito. Da mesma forma, é encontrando amigos que não vemos há tempos que avaliamos o caminho trilhado desde a última “checagem”.
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Bilecos, popocas e uma criança curiosa
Jana e eu temos conversado há algumas semanas sobre estar ou não no momento de mudar a forma como lidamos com sexualidade junto à pequena. Até pouco tempo atrás ela estava naquela de reconhecer as diferenças, notar que “menino tem bileco e menina tem popoca”, como comentei no Ser pai de menina é… ter bileco!. O lance é que essas crianças de hoje em dia vem com o turbo ligado, então as coisas evoluíram rápido.
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Neura de pai vira herança?
O primeiro motim a gente nunca esquece
Nesta última sexta-feira, chegando em casa depois do trabalho, minha esposa veio contar as últimas peripécias da nossa filhota. Além de dar “apertões” nos amiguinhos durante a fila indiana, a professora disse que nossa princesa arquitetou seu primeiro motim em sala de aula!
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Homenagem ao papai (a versão da mamãe)
Spunch – o que você vai fazer a respeito?
“Eu vou contar tudo para o seu pai quando ele chegar!”
Mimando e acostumando mal
Contrariando qualquer afirmação politicamente correta, eu digo com todas as letras: eu quero mimar e acostumar muito mal a minha filhota.



